terça-feira, 29 de setembro de 2009

Tipos de Suplementos Alimentares

São muitos os tipos de suplementos alimentares, bem como as suas finalidades:

Suplementos vitamínicos e minerais: são suplementos à base de vitaminas e minerais, com o objetivo de aumentar a ingesta dos mesmos na nutrição. Existem suplementos de um único micronutriente ou combinados entre si para algumas finalidades específicas. Suas indicações variam muito de acordo com as necessidades individuais.

Energizantes: são suplementos destinados a aumentar o fornecimento de energia, principalmente para atividade física, pois aumenta e prolonga o desempenho do atleta. A maioria deste tipo de suplemento são produtos em pó, à base de carboidratos, vitaminas e minerais envolvidos na contração muscular e no equilíbrio hidroeletrolítico do organismo.

Reidratantes: têm composição semelhante aos energizantes, porém com uma concentração menor de açúcares. Não contêm gorduras e nem aminoácidos. Devem ser tomados gelados, para que ajudem na refrigeração orgânica e acelerem a sua absorção. A finalidade deste suplemento é a reposição da perda hidroeletrolítica que ocorre através do suor, bem como manter um suprimento de energia para o prolongamento da atividade.

Protéicos: são produtos à base de proteínas e aminoácidos. São destinados principalmente para o aumento de força, aumento de massa muscular, aumento do tônus muscular, diminuição da flacidez e recuperação muscular.

Hipercalóricos: são produtos que combinam carboidratos, gorduras e proteínas, além de vitaminas e minerais, com alta dosagem de calorias. São indicados para fases do treinamento de grande intensidade e volume e em indivíduos que necessitam aumentar as necessidades energéticas.

Produtos à base de fibras: são destinados a favorecer principalmente o funcionamento intestinal e capturar a gordura no trato digestivo, sem oferecer calorias.

Produtos à base de ervas e fitoterápicos: são destinados para formulação de suplementos esportivos e para fins estéticos ou para prevenção e tratamento de diversas doenças.

É importante ressaltar que uma alimentação adequada e equilibrada fornece a uma pessoa saudável todos os nutrientes necessários e que a suplementação alimentar é recomendada apenas em situações específicas. Portanto, o nutricionista é o profissional capacitado para prescrever e avaliar o estado nutricional do indivíduo.
Daniele Amorim Benfica
CRN2 8755
Graduada em Nutrição pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS
Pós-graduanda em Nutrição Clínica e Estética – IPGS

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Suplementos Alimentares


Aumentar a massa muscular, emagrecer, ficar mais jovem, se sentir mais disposto, aumentar a potência e o desempenho sexual, aumentar o rendimento nos treinos. Cada um tem uma justificativa para o uso de suplementos alimentares.

Segundo a ANVISA, “Suplementos Vitamínicos e/ou de Minerais, são alimentos que servem para complementar com estes nutrientes a dieta diária de uma pessoa saudável, em casos onde sua ingestão, a partir da alimentação, seja insuficiente ou quando a dieta requerer suplementação. Devem conter um mínimo de 25% e no máximo até 100% da Ingestão Diária Recomendada (IDR) de vitaminas e ou minerais, não podendo substituir os alimentos, nem serem considerados como dieta exclusiva”.

Não restam dúvidas quanto às mudanças favoráveis da composição corporal e a influência positiva sobre o desempenho esportivo de atletas após o manejo dietético, através do uso da suplementação alimentar para casos específicos.

A alimentação saudável e adequada à quantidade de trabalho deve ser entendida e compreendida pelos atletas de alto rendimento como sendo o ponto de partida para obter o desempenho máximo e as manipulações nutricionais caracterizam uma estratégia complementar.

Para os indivíduos que praticam exercícios físicos sem maiores preocupações com o desempenho, uma dieta balanceada, elaborada por um nutricionista, que atenda às recomendações dadas à população em geral, é suficiente para a manutenção da saúde e possibilita um bom desempenho físico geral.

Héladi Lirio

Graduada em nutrição pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos –UNISINOS
Pós-graduanda do curso de Nutrição Clínica e estética – IPGS
Atuante na área clínica nas cidades de Canela e Gramado

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Tabagismo e Envelhecimento cutâneo

Que o cigarro faz mal à saúde todo mundo já sabe e mesmo assim cerca de 1,2 bilhão de pessoas são fumantes ativos e pelo menos 500 milhões dessas pessoas morrerão em conseqüência desse vício.


O tabagismo é associado a várias tipos de câncer, mas ele também provoca alterações na pele. Um único cigarro determina vasoconstrição cutânea por cerca de 90 minutos e a isquemia crônica dos tecidos leva a lesão das fibras elásticas e a diminuição da síntese de colágeno, ou seja, envelhecimento cutâneo.


Alguns estudos mostram que a liberação de radicais livres geradas pelo fumo pode causar lesão de tecidos, normalmente estes radicais livres são inativados por antioxidantes como o retinol, o betacaroteno e o tocoferol, porém nos tabagistas os níveis séricos e cutâneos dessas substâncias são insuficientes para inativar estes radicais livres.


O tabaco ainda provoca o aumento da atividade plasmática da elastase que causa formação defeituosa da elastina tornando a pele mais espessa e fragmentada.


Como há muito tempo é falado, porém pouco estudado, o fumo tem um importante papel no envelhecimento cutâneo e por isso um estudo realizado em 1985 definiu critérios clínicos para “fácies de tabagismo” com os quais pode-se definir um grau de envelhecimento cutâneo ocasionado pelo tabaco.


Existem poucos estudos realizados sobre os efeitos do fumo e do envelhecimento da pele, por isso alguns são realizados comparando a pele de indivíduos fumantes com não fumantes. Com estes estudos de comparação entre os grupos, evidenciou-se que o grupo tabagista apresentou maiores alterações na pele do que o grupo não tabagista.


É fato que o envelhecimento cutâneo é provocado por vários fatores ambientais, alimentares, modo de vida, mas o tabagismo é mais um fator agravante para o envelhecimento da pele e é claro um fator que pode abreviar a sua vida.


Portanto cuide da sua pele, NÃO FUME, porque cuidando dela você cuida do seu corpo e da sua saúde!


Juliana Barcellos Colman

CRN 7807


Nutricionista pós graduanda em
Nutrição Clínica e Estética